Sobre nós

História

Em 2017, os últimos registros da presença de saguis-da-serra-escuro na região de Viçosa – MG eram datados da década de 90. A espécie, considerada nativa na área e em risco de extinção, estava exposta à ameaças externas e existia pouca informação sobre a sua existência ali nos últimos 22 anos. Sem saber ao certo qual teria sido o destino dos saguis na região, o biólogo Orlando Vital e seu orientador acadêmico Fabiano Melo se dedicaram à busca deles e a presença da espécie foi redescoberta.

Para garantir que a espécie fosse protegida a partir dos novos registros, um grupo de alunos e pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa criou o Projeto Aurita. O sonho cresceu, o projeto evoluiu e, ao associar-se ao Programa de Conservação dos Saguis-da-Serra, transformou-se no Centro de Conservação dos Saguis-da-Serra – UFV, onde, hoje, são desenvolvidas pesquisas de excelência in situ (na natureza) e ex situ (em cativeiro).

Além de cuidar do sagui-da-serra-escuro, também acolhemos o sagui-da-serra. O Callithrix flaviceps (como é chamado cientificamente) é uma espécie que também está ameaçada de extinção.

O centro foi inaugurado, oficialmente, no dia 1 de fevereiro de 2020 com a chegada do primeiro casal de auritas nos nossos recintos, o Arthur e a Aurora. Hoje, podemos dizer que ele é o primeiro centro de primatologia do mundo direcionado exclusivamente à conservação do sagui-da-serra-escuro e do sagui-da-serra.

Missão

O CCSS é um projeto que se dedica de corpo e alma à proteção do sagui-da-serra-escuro e do sagui-da-serra. Os membros do centro trabalham, todos os dias, para garantir a sobrevivência desses dois primatas na natureza, proteger seu habitat e integrar a população em geral com essa causa. 

O mascote de Viçosa

No dia 27 de maio de 2020, a lei nº 2.821/2020 entrou em vigor, tornando o sagui-da-serra-escuro mascote oficial de Viçosa e patrimônio da biodiversidade do município. A lei ainda decreta o dia 17 de junho como o “Dia Municipal do Sagui-da-serra-escuro”.

Contato

ccss@ufv.br